Trancoso
De aldeia jesuíta à refúgio de alma

Trancoso nasceu de um encontro.
Antes de se tornar o vilarejo encantador que conhecemos hoje, era o território dos povos Pataxó, que habitavam essa faixa do litoral sul da Bahia muito antes da chegada dos portugueses.
Em 1586, os jesuítas fundaram a Aldeia de São João Batista dos Índios, uma das primeiras missões religiosas do Brasil. A pequena igreja branca no alto do Quadrado, hoje símbolo de Trancoso, é herança viva dessa época.
Com o tempo, a vila cresceu devagar, cercada pela mata e pelo mar, quase escondida do resto do mundo. Os séculos passaram sem pressa, e Trancoso manteve seu ritmo próprio, guardando na arquitetura simples e no modo de viver a mistura entre culturas indígenas, africanas e portuguesas.

Nos anos 1970, viajantes e artistas, os chamados “biribandos”, descobriram o vilarejo e se encantaram com sua beleza bruta. Trouxeram novas ideias, cores e estilos de vida, sem romper com o espírito do lugar. Foi um reencontro entre tradição e liberdade, que moldou o Trancoso de hoje: natural, rústico e sofisticado na mesma medida.
Hoje, Trancoso é um mosaico vivo de histórias e culturas.
O legado jesuíta resiste na igreja, e a energia criativa dos novos moradores continua renovando a alma da vila.

Além das praias
Como chegar
Sua jornada começa pelo Aeroporto Internacional de Porto Seguro (BPS), localizado a cerca de 1h30min da vila. A partir dele, há duas rotas terrestres:
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Opção via balsa (recomendada): O trajeto inclui uma breve travessia de balsa, passando por Arraial d'Ajuda antes de seguir o restante do percurso.
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Opção via BR: A rota inteiramente terrestre pela BR-367, ideal para quem prefere evitar a logística da balsa.
Para a máxima exclusividade, o Aeroporto Terravista está disponível para táxis aéreos e aeronaves executivas, garantindo uma chegada ainda mais rápida e privativa à Trancoso.





